Moda jovem não é só roupa

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Apostar em personagens animadas para criar identidade com os clientes é uma tática antiga e eficaz de diversas empresas. Uma que me chamou a atenção foi essa simpática personagem chamada Tutti Cuti. Tanto ela quando Mila e Polly estão criando laços cada vez mais estreitos com o público alvo feminino jovem. As três personificam os hábitos das adolescentes através de roupas, enfeites, cores e situações vivdas por elas.

O grande sucesso e influência na moda teen fez com que fossem lançados cadernos com essas personagens. Os números não mentem, são um sucesso de vendas.

No www.jandaiaquiz.com.br você pode fazer um quiz animado e saber qual dos personagens tem mais a ver com você. O teste serve para meninas e meninos (com cadernos como NOS e Bad Boy).

terça 13 fevereiro 2007 13:48


GUCCI - PARTE II

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A aura de Hollywood na década de 60 glamourizou ainda mais a marca - agora representada por um logotipo contendo dois "G"s, um normal e um invertido, entrelaçados. Audrey Hepburn, Grace Kelly e Peter Sellers foram apenas alguns dos grandes astros do cinema que transformaram as iniciais de Guccio Gucci em sinônimo de sofisticação. Na mesma época, a primeira-dama mais elegante da história dos Estados Unidos, Jacqueline Kennedy Onassis, fotografada usando uma bolsa da marca, acabou involuntariamente emprestando seu nome àquele modelo, que ficou conhecido como "a bolsa Jackie O". O modelo, relançado em 1999, teve o número recorde de seis mil peças vendidas.

Apesar de haver se tornado um forte concorrente dos grandes grupos de luxo, de certa forma a Gucci foi um grande motivo da briga chamada pelos franceses de "duelo de tubarões" entre Bernard Arnault (LVMH) e François Pinault (dono da Pinault-Printemps-Redoute, a PPR, que controla redes de varejo populares, madeireiras e, sobretudo, a Fnac, rede francesa de "supermercados culturais").

A PPR ganhou a disputa e, em 2004, assumiu controle majoritário do grupo Gucci, incluindo todas as suas griffes de luxo. A virada culminou com a saída de Tom Ford e Domenico de Sole do grupo, depois de 13 anos, já que a dupla não admitia perder a autonomia absoluta na direção criativa da Gucci. No primeiro semestre de 2005, um ano depois da saída de Ford, a Gucci ainda foi a principal responsável pelo excelente desempenho da PPR, que fechou um faturamento total de 8 bilhões de euros em vendas.

O novo nome na direção criativa da casa é o da estilista de ascendência romena Frida Giannini, que trabalhou na marca de jeanswear italiana Miss Sixty antes de sua entrada no grupo Gucci, em 2002, recomendada por Tom Ford. Depois da saída do norte-americano da marca, Alessandra Fachinetti assumiu seu lugar, enquanto Frida tornou-se a diretora de acessórios. Suas criações, com destaque para a bolsa Flora, chegaram a representar 80% do faturamento da griffe - daí sua indicação para substituir Alessandra. Sua coleção de estréia, apresentada na mais recente semana de moda de Milão, prevê uma primavera - verão 2005/2006 pontuada por vestidos floridos, coloridos, joviais e femininos, marcando definitivamente o fim da era Tom Ford.

sexta 19 janeiro 2007 11:05


GUCCI - PARTE UM

A história da griffe que sintetiza a elegância italiana começou pelas mãos de Guccio Gucci, nascido em 1881. Filho de um artesão, Guccio lavou pratos em restaurantes antes de inaugurar uma selaria em 1906 e, rapidamente, seu talento para confeccionar acessórios de couro conquistou clientes fiéis na cidade de Florença.

Na década de 20, na medida em que as pessoas trocavam cavalos por carros, os artigos para montaria feitas pelo artesão foram evoluindo para luxuosas bagagens de couro. Nos anos seguintes, Guccio criou acessórios que ainda resistem ao tempo, como sapatos tipo mocassin, mochilas e bolsas de couro com alças de bambu.

A primeira loja de bolsas e malas Gucci foi inaugurada em 1938, em Roma. Apesar da morte de seu fundador, em 1953, a griffe - então administrada pelos filhos e netos de Guccio - entrou em uma fase de crescimento vertiginoso. Nas duas décadas seguintes, transformou-se em um império de luxo que passou a ditar moda internacionalmente e se firmou como ícone de status. Abriu lojas em Paris, Beverly Hills, Tóquio, Londres e Palm Beach e, até 1974, já somava 46 butiques franqueadas em vários países.

Esse é o vídeo do desfile da coleção de inverno/ masculina - Gucci (06/07).

terça 09 janeiro 2007 16:54


Melissa agora é mais

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Voltando de férias e pesquisando as novidades dos últimos dias, encontrei uma notícia bacana sobre a Melissa, que como todos sabem, é a bola da vez do mundo teen, com coleções cada vez mais difersificadas e arrojadas.

A Melissa acaba de ganhar a coleção Joya, desenvolvida pela designer Ivete Cattani, que criou braceletes, pulseiras, coleiras e anéis de PVC, carasterístico material utilizado pela grife.

Ivete inspirou-se nos buquês de flores para lançar a linha. As peças apresentam recortes autênticos e elegância com os enfeites em cristais Swarovski, metais Tag e delicadas fitas.

Joya traz os conceitos considerados essenciais pela designer: ousadia, inovação e mistura de materiais sempre numa perspectiva de respeito à natureza.

Um pouco sobre a tragetória da Melissa:

Linha de sandálias de plástico produzidas pela Grandene, lançada em 1979 com o modelo Aranha, tendo como inspiração as sandálias usadas pelos pescadores da Riviera Francesa.

Melissa é identifiada como o primeiro grande exemplo de merchandising na TV brasileira, com as sandálias sendo usadas por boa parte do elenco da novela "Dancin' Days".

Durante muito tempo Melissa fez sucesso junto ao público adulto e em 1986 começou a fazer também junto ao público infantil, com o lançamento das Mellisinhas, modelos para crianças que vinham sempre acompanhados de um acessório especial.

Após um período de estagnação, em 1994 as sandálias Melissa foram relançadas. No período de 1994-1998 a marca buscou um reposionamento no mercado, e no início dos anos 2000 a marca voltou a crescer, ganhando novamente bastante destaque no mundo da moda.

A partir de 2004, com a celebração dos 25 anos da marca, Melissa conquista novamente seu espaço na moda brasileira. Com isso, vários designers/estilistas famosos foram novamente convidados a desenharem/customizarem modelos para a Melissa, dentre eles o artista plástico Romero Britto, o estilista Alexandre Herchcovitch, os irmãos Fernando e Humberto Campana, o stylist inglês Judy Blame, o estilista Marcelo Sommer, dentre outros.

quinta 04 janeiro 2007 12:21


United Colors of Benetton

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Um exemplo de como a moda pode causar polêmica, questionar valores e fazer um serviço ficar super conhecido sem sequer mostrar o produto deles. hehehe... Palmas para a Benetton!.

Vale a pena dar uma olhada nas campanhas dessa marca. São super diferentes e funcionam sempre, mesmo fugindo do convencional.

segunda 18 dezembro 2006 11:58


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